terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Lembranças que atormentam
A maioria dos nossos tormentos não vem de fora, está alojada na nossa mente, cravada na nossa memória. Nossa sanidade (ou insanidade) se deve basicamente à maneira como nossas lembranças são assimiladas.
Como é que não pensamos nisso antes? O que nos impede de ir em frente é uma lembrança mal lembrada que nos acorrenta no passado, estanca o tempo, não permite avanço. A gente implora a Deus para que nos ajude a esquecer um amor, uma experiência ruim, uma frase que nos feriu, quando na verdade não é esquecer que precisamos: é lembrar corretamente. Aí, sim: lembrando como se deve, a ânsia por esquecimento poderá até ser dispensada, não precisaremos esquecer de mais nada. E, não precisando, vai ver até esqueceremos.
Ah, se tudo fosse assim tão simples. De qualquer maneira, já é um alento entender as razões que nos deixam tão obcecados, tristes, inquietos. São as tais lembranças mal lembradas.
Você fez 5 anos, sonhava ganhar a primeira bicicleta, seu pai foi viajar e esqueceu. Uma amiga íntima, que conhecia todos os seus segredos, roubou seu namorado. Sua mãe é fria, distante, e percebe-se que ela prefere disparadamente sua irmã mais nova. E aquele amor? Quanta mágoa, quanta decepção, quanto tempo investido à toa, e você não esquece - passaram-se anos e você, droga, não esquece.
Essas situações viram lembranças, e essas lembranças vão se infiltrando e ganhando forma, força e tamanho, e daqui a pouco nem sabemos mais se elas seguem condizentes com o fato ocorrido ou se evoluíram para algo completamente alheio à realidade. Nossa percepção nunca é 100% confiável.
O menino de 5 anos superdimensionou uma ausência que foi emergencial, não proposital.
Você nem gostava tanto assim daquele namorado que sua amiga surrupiou (aliás, eles estão casados até hoje, não foi um capricho dela).
Sua mãe tratava as filhas de modo diferenciado porque cada filho é de um modo, cada um exige uma demanda de carinho e atenção diferente, o dia que você tiver filhos vai entender que isso não é desamor.
E aquele cara perturba seu sono até hoje porque você segue idealizando o sujeito, recusa-se a acreditar que o amor vem e passa. Tudo parecia tão perfeito, ele era o tal príncipe do cavalo branco sem tirar nem pôr. Ajuste o foco: o coitado foi apenas o ser humano que cruzou sua vida quando você estava num momento de carência extrema. Libere-o desta fatura.
Nossas lembranças do passado precisam de eixo, correção de rota, dimensão exata, avaliação fria - pena que nada disso seja fácil. Costumamos lembrar com fúria, saudade, vergonha, lembramos com gosto pelo épico e pelo exagero. Sorte de quem lembra direito.
Cade eu?!
Eu não sou mais eu, nem sou você, não me reconheço no espelho, não sei de mim, não sou mais aquela menina doce e meiga, não sou a mulher determinada e convicta, não sou o que era nem o que eu nunca fui. Hoje sou as lagrimas da minha dor, sou a descrença no amor, sou o medo do sofrer, sou solidão na multidão, a certeza em duvida de ser ou não ser.
Em mim restou apenas os sonhos do ser e do ter.
Sonhos cinzas, sem brilho sem cor, sem esperanças, mas ainda sim sonhos.
Sempre sonhos
Sonhos Sempre
Amiga queria escrever algo bom, animador mas não consigo!
Desculpe a demora, mas até pra escrever ta ruim!
Em mim restou apenas os sonhos do ser e do ter.
Sonhos cinzas, sem brilho sem cor, sem esperanças, mas ainda sim sonhos.
Sempre sonhos
Sonhos Sempre
Amiga queria escrever algo bom, animador mas não consigo!
Desculpe a demora, mas até pra escrever ta ruim!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
NADA COMO O TEMPO!
NADA COMO O TEMPO
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
SAUDADE
Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas
jogadas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos
que tivemos, dos tantos risos e
momentos que partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da
angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim…
do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades
continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja
pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar, quem
sabe…nas cartas que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas
tolices…
Aí, os dias vão passar, meses…anos… até
este contacto se tornar
cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo….
Um dia os nossos filhos verão as nossas
fotografias e perguntarão:
“Quem são aquelas pessoas?”
Diremos…que eram nossos amigos e……
isso vai doer tanto!
“Foram meus amigos, foi com eles que vivi
tantos bons anos da minha vida!”
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes
novamente……
Quando o nosso grupo estiver incompleto…
reunir-nos-emos para um último
adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar
mais vezes daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para
continuar a viver a sua vida,
isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo…..
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde
amigo: não deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas
adversidades sejam a causa de grandes
tempestades….
Eu poderia suportar, embora não sem dor,
que tivessem morrido todos os
meus amores, mas enlouqueceria se
morressem todos os meus amigos!
Sentiremos saudades de todas as conversas
jogadas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos
que tivemos, dos tantos risos e
momentos que partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da
angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim…
do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades
continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja
pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar, quem
sabe…nas cartas que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas
tolices…
Aí, os dias vão passar, meses…anos… até
este contacto se tornar
cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo….
Um dia os nossos filhos verão as nossas
fotografias e perguntarão:
“Quem são aquelas pessoas?”
Diremos…que eram nossos amigos e……
isso vai doer tanto!
“Foram meus amigos, foi com eles que vivi
tantos bons anos da minha vida!”
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes
novamente……
Quando o nosso grupo estiver incompleto…
reunir-nos-emos para um último
adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar
mais vezes daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para
continuar a viver a sua vida,
isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo…..
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde
amigo: não deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas
adversidades sejam a causa de grandes
tempestades….
Eu poderia suportar, embora não sem dor,
que tivessem morrido todos os
meus amores, mas enlouqueceria se
morressem todos os meus amigos!
''me sinto melhor quando Escrevo''
Escrevo por prazer. Mas também para tentar me entender, para passar para o papel o que às vezes é tão difícil de falar. Exprimo sentimentos guardados, memórias, idéias...
Quando sinto minha cabeça borbulhando de problemas, escrevo!
Quando estou triste, nada melhor do que escrever o que sinto. Sinceramente fico até melhor depois disso. Mais renovada!
Se estou feliz por algum motivo, é aí que a inspiração chega com mais intensidade!
Escrever é uma ótima terapia. Sim, pois enquanto se escreve, analisamos tais palavras e assim, um pouco das coisas da nossa vida. Do que passou, do que vivemos, do que poderá vir... Nas frases que crio, encontro ajuda para alguns problemas.
Não me considero uma pessoa capaz de escrever livros e não acho que tenho o dom para ser uma escritora renomada, mas isso não importa para mim. Continuarei com minhas escritas de qualquer forma. E gosto da opinião de outras pessoas a respeito dos meus textos. Porém, se o que escrevi não me agrada, não há ninguém que me faça mudar de idéia. Sou muito auto-crítica, perfeccionista! Busco então, através de minhas palavras, moderar certos defeitos em mim. Busco auto-conhecimento e um pouco de discernimento também!
A escrita me fascina, me atrai, me faz crescer!
Se há inspiração, uma esferográfica e um papel (ou um laptop) deixo as idéias fluírem. Mergulho em minha alma e de lá resgato emoções, fantasias e lembranças outrora esquecidas ou mesmo armazenadas ali. A folha em branco cria vida... e assim sigo escrevendo!!
Quando sinto minha cabeça borbulhando de problemas, escrevo!
Quando estou triste, nada melhor do que escrever o que sinto. Sinceramente fico até melhor depois disso. Mais renovada!
Se estou feliz por algum motivo, é aí que a inspiração chega com mais intensidade!
Escrever é uma ótima terapia. Sim, pois enquanto se escreve, analisamos tais palavras e assim, um pouco das coisas da nossa vida. Do que passou, do que vivemos, do que poderá vir... Nas frases que crio, encontro ajuda para alguns problemas.
Não me considero uma pessoa capaz de escrever livros e não acho que tenho o dom para ser uma escritora renomada, mas isso não importa para mim. Continuarei com minhas escritas de qualquer forma. E gosto da opinião de outras pessoas a respeito dos meus textos. Porém, se o que escrevi não me agrada, não há ninguém que me faça mudar de idéia. Sou muito auto-crítica, perfeccionista! Busco então, através de minhas palavras, moderar certos defeitos em mim. Busco auto-conhecimento e um pouco de discernimento também!
A escrita me fascina, me atrai, me faz crescer!
Se há inspiração, uma esferográfica e um papel (ou um laptop) deixo as idéias fluírem. Mergulho em minha alma e de lá resgato emoções, fantasias e lembranças outrora esquecidas ou mesmo armazenadas ali. A folha em branco cria vida... e assim sigo escrevendo!!
'''assim se vive''
Sensação sufocante, vazio, desespero... Às vezes surge em mim uma certa tristeza que não sei dá onde vêm, que não tem causa específica. Uma ansiedade, uma vontade de chorar! Um mal-estar nauseante, uma impressão de que nunca mais serei feliz. Meu peito dói! Suspiro... Respiro fundo, tento me acalmar, pensar em coisas boas mas logo essa emoção retorna. Saio de casa. Caminho pelas ruas sem rumo, olho as pessoas, os carros... Tudo é tão confuso e estressante! Mais adiante me aproximo de um parque com lindas árvores, vejo pombas voando entre elas, vejo flores começando a desabrochar para recepcionar a primavera que está chegando. Sento em um banco, contemplo tudo. Fecho os olhos, respiro fundo o ar puro. Tudo é tão lindo, agradável! Fico alguns minutos ali a admirar tanto encanto e beleza! Creio que quem criou tudo isso estava profundamente inspirado e, me pôs nesse mundo para desfrutar dessa grande obra de arte que é a natureza! E acredito que Ele não gostaria de me ver triste...
Volto para casa mais tranqüila, com uma paz muito grande dentro de mim e certa de que a felicidade está sempre presente em nós, basta olharmos as coisas simples da vida, e não apenas com os olhos, mas também com o coração.
Volto para casa mais tranqüila, com uma paz muito grande dentro de mim e certa de que a felicidade está sempre presente em nós, basta olharmos as coisas simples da vida, e não apenas com os olhos, mas também com o coração.
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